quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Turistando em Floripa com o Novo Fusion

Fazer turismo na própria cidade é uma experiência muito bacana, tive a oportunidade neste último final de semana de observar Florianópolis como um turista. Participei a convite da Ford do lançamento do Novo Fusion 2,5 Flex.
A base do evento foi o Resort Il Campanário, em Jurerê Internacional. O resort possui uma infra legal, e satisfaz na maioria dos itens de conforto. Possui duas belas piscinas: sendo uma ampla aberta, e outra térmica junto a sauna.  O Il Campanário também apresenta  salas para diversão como Fitness, Gourmet e Jogos.
As belas piscinas do Il Campanário, dia e noite

O  evento estava voltado às novas mídias (blogs e sites), um foco que a Ford tem dado muito valor, e que trata com muita propriedade. Entre os convidados algumas das pessoas mais acessadas e respeitadas da Blogosfera Nacional.

Simple Jurerê

Na noite de sábado fomos recepcionados no Restaurante Simple, na beira da praia de Jurerê Internacional. Coquetel e jantar divinamente  preparados, tudo muito saboroso e feito com capricho. Neste primeiro evento pudemos trocar idéias e beber uns #bonsdrinks na companhia desta turma super descolada e ligada. O astral da turma fez o jantar ser muito divertido.


Painel do Novo fusion  (foto: divulgação Ford)

Domingo pela manhã logo cedo tivemos uma apresentação das novidades e itens deste carro diferenciado. O Novo Fusion é uma máquina completa e com tecnologia de ponta, uma evolução para um automóvel desta categoria. Este grande apelo tecnológico do Fusion  deixou todos impressionados e pudemos testar vários destes itens no test drive. Grande destaque ao painel com duas telas de LCD com o sistema MyFord touch programáveis ao gosto do proprietário.

Vocês conhecem este Piloto? (foto: divulgação Ford)




O  domingo estava fantástico e a dupla Novo Fusion e Florianópolis nos brindou com um dia fabuloso. A escolha do roteiro para o test drive foi um excelente casamento,  as características do carro associadas à beleza da Ilha da Magia se completaram. Transitamos por praias, rodovias, montanhas e a beira da lagoa curtindo o carro e o visual desta cidade, que aliás, não troco por nada.



Para fechar o evento almoçamos na maior descontração na Marina e Restaurante do Chef Fedoca, que serviu uma das melhores seqüências de frutos do mar desta cidade, que finaliza com a especialidade da casa a Moqueca de Frutos do Mar. Na minha mesa deste almoço tive a sorte de sentar na mesa de um do engenheiro Celso Duarte do Nelson Piquet em sua passagem pela equipe Lotus da Fórmula 1 e que acompanhou toda a séria do Novo Fusion com o desafio entre os campeões Nelson Piquet e o Nigel Mansell, nesta série ele está ao lado do Mansell.  Ele nos brindou com algumas fofocas de bastidores. Não perca a série no Youtube:



Após este belo evento mais uma vez tenho a certeza que esta ilha é belíssima e tem muito a oferecer. Temos  muito que melhorar apesar disso, a ilha dá um banho.

Muito obrigado ao pessoal da Ford pelo convite e pela oportunidade de participar de um Evento tão bacana e com excelentes companhias.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Vale a pena visitar a Concha y Toro?

Visitar uma vinícola é um passeio obrigatório em Santiago. O Chile é um dos países de maior destaque no mundo dos vinhos, nos arredores de sua capital estão localizadas algumas das melhores e mais importantes vinícola do país como: Concha y Toro e Undurraga. 
Entrada da Concha y Toro
Após algumas pesquisa e bons feedback, optamos por visitar  a Vinícola Concha y Toro, nos arredores de Santiago.


Caso me perguntarem se gostei do passeio? Posso responder: SIM, NÃO e TALVEZ. 
Deixa eu explicar o porquê para se visitar ou não a Concha y Toro:
Sim:


Metro de Santiago com as Cordilheiras ao fundo
- É muito tranquilo de chegar a Concha y Toro, pegamos o Metro na estação Tobalada e seguimos até a estação Las Mercedes, a penúltima parada da linha. Dica bacana sente do lado da porta de entrada do Metro, você vai apreciando as Cordilheiras quando o trem circula pela superfície. Ao descer na estação Las Mercedes siga pela saída Ocidente, e pegue um táxi até a vinícola, o custo é de 3000 pesos (aproximadamente 6 dólares).


- Visitar os Jardins da propriedade de verão do Don Melchor, uma mansão é fabulosa. 



- Apreciar parreiras com videiras de vários tipos de uva. Muito bom para conhecer as diferenças entre os tipos de uva. No verão visualizasse com facilidade as diferenças entre os tipos de folhas, cachos e os grãos das uvas. Na visita de inverno e outono as diferenças das parreiras serão menores.

A Rainha das uvas Carbernet Sauvignon da Concha y Toro
- Conhecer as barricas de Carvalho onde são envelhecido os vinhos, como devem ser armazenadas, temperatura, umidade.
Famosa adega Del Diablo

- Para quem escolher o Tour Tradicional, o mais simples, irá degustar dois vinhos, um branco e um tinto, além de ganhar uma bela taça da Concha y Toro. Na nossa visita degustamos um Branco da linha Trio de Chardonnay, uma mistura de três uvas: 70% Chardonnay + 15% Pinot Grigio + 15% Pinot Blanc, este vinho entrou muito bem, ideal para o calor do dia. O vinho tinto servido foi o Reserva do Cassilero del Diablo, bem normal.

Talvez:

- Visitar a Concha y Toro a segunda Vinícola do Mundo, perdendo somente para a americana Galo.


- Curiosidade para conhecer a Adega do Cassilero del Diablo, e escutar a lenda numa apresentação com um video e jogos de luzes, de gosto duvidoso.


- Levar para casa uma taça personalizada da Concha Y Toro.











Não:

- Se você deseja conhecer a produção de um vinho, saber como é o processo de produção dos grandes vinhos da Concha y Toro. Conhecer os tanques ou etapas da produção e engarrafamento. O passeio não visita nenhuma parte da produção, seria a Concha y Toro para turistas, um parque da vinícola. Uma grande pena.


- A casa do Marques é muito bela, mas você a conhece de fora, nem subir nas escadas é permitido, achei fraco este ponto.


- Nosso primeiro guia era animado, mas fraco, nas perguntas pestanejava, sabia bem o texto, mas se fugisse dele esta enrascado.


Degustação Marques de Casa Concha
- Para o Tour Marques de Casa Concha, custo de 36 dólares, após o tour Tradicional pela vinícola, continuamos para a próxima etapa. Levam todos para uma sala de degustação. Foram servidos 4 vinhos da linha Marques de Casa Concha, todos tintos e harmonizando com Queijos e Pães. Serviram Pinot Noir, Merlot, Shiraz e Cabernet Sauvignon. O Sommelier mais desanimado impossível, sem interações, com cara de bunda, desculpe era a cara do indivíduo naquele dia. Tudo muito mecânico e desinteressado pelos participantes, queria acabar o mais rápido possível. Nos pareceu que o objetivo era este, após a seqüência de vinhos, as funcionárias da limpeza chegaram e literalmente foram nos expulsando. Além da taça da Concha y Toro, você pode levar a tábua onde foi servido os queijos.

- Sobre os vinhos degustados todos foram interessantes. Somente uma falha estar no Chile e não servirem a emblemática uva local Carmenére. 
Parreiras na Concha y Toro
Observando bem a visita é legal e etc, porém como estávamos visitando a segunda Vinícola do Mundo, não era uma pequena bodega familiar, tudo sem vida e automático, não precisava ser desta maneira. Após a degustação desanimada, desistimos de almoçar no restaurante dentro da Concha, demos uma passada na loja e fomos embora. 


No Winebar existe a opção de degustação em taça dos vinhos produzidos pela Concha y Toro.


Quando for a Concha y Toro, não esqueça de reservar, mais info no site:


Veja também algumas visitas por vinícolas que fizemos:

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Encontros na Transiberiana: Os Norte Coreanos

A Coreia do Norte é um dos lugares mais fechados e misteriosos do planeta. O país governado pela Dinastia Kim desde 1955, vive uma ditadura em regime Socialista, em total isolamento do mundo. Recentemente muitos ficaram curiosos pelo país pelos incríveis relatos do @GabeBrito, o Gabriel do excelente Blog: Gabriel quer Viajar, ele viajou pelas terras dos Kim´s. 


Mas o que isto tem a ver com a Transiberiana? A partir de Khabarovsk e Vladivostok estão algumas das poucas conexões exteriores dos Norte Coreanos com o mundo. Em Khabarovisk existe um trem que vai para a Coréia do Norte, já de Vladivostok você pode ir de duas maneiras, existem voos e ferry boats para a terra dos Kim.


Ocorreram dois encontros com os Norte Coreanos. Um foi durante a viagem de Ulan-Ude para Khabarovsk no trem 8, que percorre de Moscou até Vladivostok. No trem 8 um dos vagões eram exclusivo de Norte Coreanos, sendo que em Khabarovisk eles trocam a conexão num trem para Harbin na China e seguem para Coréia. Este vagão segundo o pessoal de serviço do trem é sem lei, os Norte Coreanos fumam dentro das cabines, comem e praticam o que não está permitido em seu país, resumo liberdade. Caminhando pelo trem passei por este vagão, os corredores estavam cheios de caixas com compras, desde televisões  até máquina de lavar. Neste vagão o clima não é legal, uma mistura de fumaça dos cigarros,  cheiro de suor,  com comida nada agradável.


Nosso segundo encontro foi no Restaurante Pyongyang, que além de encontrar cidadãos podemos provar um pouco da comida e cultura coreana. O restaurante é  ponto de encontro da comunidade Norte Coreana em Vladivostok. O restaurante possui dois salões um para os estrangeiros e outro para os Norte Coreanos.  Durante o período soviético era o único restaurante estrangeiro na cidade, devido aos fortes laços entre os governos Comunistas. Pegamos esta dica no guia do Lonely Planet.

 O salão que ficamos era todo decorado com paisagens da Coréia e as atendentes em roupas típicas.

O banquete  bem servido com pratos super apimentados. Alguns dos pratos eram com algas na sua composição, diferentes e muito bons. Além dos pratos com algas, comemos um churrasco típico Coreano, de carne bovina, nada de cachorro. Descobrimos que os pratos típicos são os mesmos nas duas Coreias,  verdade são um único povo, somente separado politicamente.

Foi serviço no restaurante a Hite, cerveja da Coréia do Sul, bem suave, padrão das cervejas brasileiras, que ajudou a refrescar o exagero de pimenta dos pratos.


Parece ridículo, mas certas cosias a gente somente se dá conta depois,s quando eu verei um Norte Coreano novamente?  :)

domingo, 3 de fevereiro de 2013

O dia que não pude comprar álcool

Domingo de verão você está em Jurerê Internacional, um dos balneários mais organizados e desejados do Brasil. Um dia nublado e chuvoso, ideal para um Churrasco. Você tem a carne, o vinho está aberto, vai para a churrasqueira coloca o carvão nela, e descobre que somente possui álcool 40%, que não pega fogo. A poucas quadras está o supermercado, então vamos comprar o álcool 90%, para acender o fogo, e acontece o inesperado, não vendem álcool, não por questões de falta do produto, mas por determinações da secretária de segurança. Porque poderia ser utilizado nos atentados que estão assolando o estado de Santa Catarina nos últimos dias. Parece piada, mas aí você se questiona, sobre o imposto que paga e o quanto de retorno é obtido. Em uma semana de catástrofes, você questiona o que acontece neste país tragédia em Santa Maria,  eleição de um Renan para presidente do Senado e agora nem meu churrasco posso acender? Sim o churrasco é de menos, mas é o sentimento de que estamos vivendo no limite.

Vivemos um estado de sítio, hoje domingo 3 de fevereiro de 2013, Florianópolis, Capital do Estado de Santa Catarina, após as 22 horas o serviço de ônibus do transporte público seriam desativados, por que o estado inoperante não possui como proteger as frotas e a segurança dos passageiros. Sim, em 2013 meu estado que tanto tenho orgulho, não permite o ir e vir dos trabalhadores, coloca a vida dos funcionários do transporte público em risco e parece que é algo OK, que está bom, tira o ônibus, e o problema se resolve.

Tenho a impressão que não estão querendo alarmar para não prejudicar a vinda de turistas ao estado no Carnaval, mas o clima está estranho. Sim estamos vivendo uma guerra em nosso estado, e a preocupação das autoridades é de não causar alarde e consequentemente prejudicar o movimento do turismo. Se me perguntarem o que penso e sinto: Muita tristeza! Quantas pessoas dependem desta renda extra, mas se nem nós os cidadãos estamos protegidos, por favor turistas não venham também. Não pode ser normal, você ver ônibus andando com escolta, barreiras e blitz não comuns,  porque estão atrás dos criminosos que estão ateando fogo em ônibus e atirando em delegacias e prédios públicos. 

Além disso, a 100 dias atrás foram presos alguns bandidos que estavam cometendo os mesmo crimes, e sim, eles já estão todos soltos. Santa Catarina não está segura, a verdade é esta.

Uma vergonha, como em todas as situações no Brasil a responsabilidade é dos outros, não é de ninguém, mas todos os cidadãos de bem não podem viver em paz ou até mesmo  fazer seu churrasco.

Não sei se é um sentimento de questionamento pela paternidade chegando, mas estou preocupado.

TRISTE BRASIL!!!